O que mata um jardim não é o abandono. O que mata um jardim é esse olhar de quem por ele passa indiferente.

Mario Quintana

15 de jan de 2014

Náufrago de mim


Estou à deriva
no mar da existência
maré inconstante.

Estou à deriva em alto mar
Sou barco a velas
que pelo vento,
se deixa levar.




Estou distante
náufrago de mim
espero resgate,
antes do fim.


Magna Vanuza Araújo

Um comentário:

  1. Oi Magna! Fechei os olhos e naveguei no seu poema. Obrigada pela visita em meu blog.
    Beijos, Neneca.

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