O que mata um jardim não é o abandono. O que mata um jardim é esse olhar de quem por ele passa indiferente.

Mario Quintana

16 de jan de 2014

Desequilibrio

Num surto de loucura,
desequilibrei completamente.
Meus medos se fundiram com
meus anseios.
fui ousada, destilei veneno...
trouxe à tona os meus devaneios.

desequilibrei meus nervos,
meu cérebro se deixou plagiar
inverti meus sentimentos,
Meu ânimo se exaltou.

Joguei a cabeça fora,
E o coração me falou:
desequilibrei...
mas quem nunca se
desequilibrou?

Magna vanuza araújo

4 comentários:

  1. "desequilibrei meus nervos,
    meu cérebro se deixou plagiar"

    Uma loucura poética.
    Senti-se a confusão, o embaraço.
    Simplesmente, lindo.
    Parabéns
    Mirtes Waleska

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  2. Antes de haver equilíbrio, certamente houve um desequilíbrio. A vida é uma eterna balança...
    Precisamos aprender a equilibrar os pesos.

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  3. todo mundo se desequilibra de vez em quando, as vezes fica desequilibrado pra sempre
    muito bom esse poema, identifica muita gente!

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