O que mata um jardim não é o abandono. O que mata um jardim é esse olhar de quem por ele passa indiferente.

Mario Quintana

5 de jan de 2012

Um rio em mim


Mergulhei num rio plácido
na imensidão de suas águas
Antes, percorri suas margens
com os pés cansados.
Não pensei em alterar o seu curso
Em nada alterei.
Segui, e tão somente,
Nadei incansavelmente
massageei os pés cansados,
busquei repouso para os pés
encontrei pra alma
nas descidas sinuosas,
das águas calmas.

Magna Vanuza Araújo
|Direitos Reservados|


Magna Vanuza Araújo

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