O que mata um jardim não é o abandono. O que mata um jardim é esse olhar de quem por ele passa indiferente.

Mario Quintana

12 de set de 2010

O dia em que a lua se banhou no mar



No dia em que a lua se banhou no mar

Dando início a um novo amanhecer

Ele veio suavemente me beijar

Fazendo todo meu corpo estremecer


Antes ainda de o sol raiar

As vozes deram lugar aos gemidos

E num silêncio abstrato do olhar

Captamos todos os nossos sentidos.


Foi um inesquecível despertar

Acompanhado do amor teu

Até um pássaro veio nos encantar


A manhã se fez plena ao raiar

E toda plenitude só aconteceu

Depois que a lua se banhou no mar.


Magna Vanuza Araújo

2 comentários:

  1. Obrigada pela visita em meu Blog.
    Seu jardim é belo e posso sentir o perfume das suas rosas.
    Lindo soneto!
    Beijos! Neneca

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  2. Amei esse dia em que a lua se banhou no mar.Beijos.

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