O que mata um jardim não é o abandono. O que mata um jardim é esse olhar de quem por ele passa indiferente.

Mario Quintana

29 de set de 2010

Flor de Poeta


Sou uma Flor de Poeta
em sementes a germinar,
faltam os amantes poéticos,
dispostos a semear.
Meus Versos desconhecidos,
botões de flores que nunca se abriram.
Talvez um casal enamorado,
descubra esse imenso jardim
e a magia do amor,
desabroche em flor,
exalando poesia enfim!

Magna Vanuza Araújo

3 comentários:

  1. Magna,os teus poemas surpreendem em cada postagem,adorei este Flor de Poeta.Amei também este novo visual,maravilhoso.Beijos.

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  2. Oi, grato pelo convite. Gostei do poma e do blog. Seguirei você neste caminho poético. Hoje tenho encontro com poetas residentes nesta cidade. Portanto, mesmo que longe considere-se convidada também.Abraços,

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