O que mata um jardim não é o abandono. O que mata um jardim é esse olhar de quem por ele passa indiferente.

Mario Quintana

9 de fev de 2010

Abstrato?




O que é abstrato?

- O vento?
- O amor?

Não vejo o vento, mas sinto acariciar-me;

Esse... talvez!

O amor? Não, não é...


Aprendi um dia que o amor era
abstrato e mais tarde me deparei,
com uma grande mentira!
O amor é o toque, a carícia o desejo a penetrar...
É um sentimento "solidamente"
abstrato.

O amor toca o inacessivel e
brinca de esconder o invisível.

Por: Magna Vanuza

4 comentários:

  1. Muito lindo o poema, Parabéns!!!!!!!!! adoreiiiiiii!!!!!!!! BJOS!

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  2. Não sei o que dizer, mais uma vez vc me surpreende com sua poesia. É claro que vc esta acostumada a receber elogios por seus poemas e tenha certeza de que todos são por motivos mais que justos, vc tem mudado muito, tem feito algo diferente desde que conheci seus trabalhos, confesso me sentir mais a vontade com a atual poetisa, parabéns e continue a me surpreender, eu adorarei ser surpreendido.

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  3. Penso que a poesia se expressa através do momento do poeta. Essa por sua vez, não conhece fronteira, é ousada e não teme se mostrar. Hj, não temo mostrar. Ainda tenho muita coisa guardada, quietamente surpreedente. Que surjam momentos... e que e tragam ousadia, poesia e dinamismo.

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  4. Como sempre magna escreve os melhores poemas, sou sua fã! Voçê escreve com a alma com o coração!...

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Adubos