O que mata um jardim não é o abandono. O que mata um jardim é esse olhar de quem por ele passa indiferente.

Mario Quintana

24 de set de 2009

Luzia...


Te conheci assim:
olhos vividos a me olhar
mãos enrugadas a me acalentar
palavras sábias a me ensinar

Seus gestos lentos
cabelos brancos ao vento
Véu de linho a sobrepor
Não há nas mais bela flor
tão grande amor
Fostes um cosmos
de grande esplendor interior

Quando teu sopro se foi
E o coração parou de bater
Te vi como um jardim
que voltará a florescer.

Jaz os sonhos dos mais puros pensares
Acordaram as belas flores,
Que exalam cheiro de vida
de tão saudosos amores.

Por Magna Vanuza Farias Araújo

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