O que mata um jardim não é o abandono. O que mata um jardim é esse olhar de quem por ele passa indiferente.

Mario Quintana

25 de fev de 2012

Tédio




Que tédio!

Já palpitei hoje
várias vezes...

Esperei as horas passarem,
elas voaram
e minhas asas não as alcançaram.

Há uma instabilidade no meio do tempo
Um ressoar violento em meus tímpanos.

Macacos não me mordam!
-Primatas...

Meu sangue está contaminado
e vocês serão envenenados...

...Pelo tédio.
-Que Sacrilégio!


Magna Vanuza Araújo
|Direitos Reservados|

2 comentários:

  1. ah, mordo,
    mordo sim

    vc me fisgou sua danada!
    A poesia te aflora!

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  2. Muito boa Mag....Cada vez mais se mesclando...adoro tua poesia.

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Adubos