O que mata um jardim não é o abandono. O que mata um jardim é esse olhar de quem por ele passa indiferente.

Mario Quintana

4 de jul de 2010

Meu Beija-Flor


Quero Perder-me no labirinto do teu corpo,
Dedilhar com prazer todas as curvas turvas,
As retas incertas, as descidas e subidas,
Contornar os obstáculos,
Descobrir teu segredo escondido.

Inebriar-me nos teus beijos,
matar meus desejos,

Tocar-te como em uma melodia,
em notas suaves,

Cheirar-te.

Quero ser teu beija-flor,

Provar o néctar do teu amor.
Como quero te desvendar, te sentir,te amar,
Você me fazendo carinho, como pássaros no ninho
Tocar-te sem temor, sem vergonha, sem pudor.

Quero ser tua sem restrição, ouvindo canção,

Sem razão, sem futuro, quero quebrar o teu muro.
Perder-me completamente no teu labirinto.
Só pensando já te sinto,
Como te quero meu beija-flor.



Magna Vanuza Araújo.



Esta Poesia está contida na Antologia Poética Novos Poetas do Cariri Paraibano
Organizada pela ABES- Associação Boqueirãeonse de Escritores

Um comentário:

  1. Um dia um beija- flor me invadiu,
    Inundou meu ninho de carinho,
    me fez passarinho,
    Depois voou, se transportou;
    Hoje é Poesia:
    -Meu Beija-Flor!

    ResponderExcluir

Adubos