O que mata um jardim não é o abandono. O que mata um jardim é esse olhar de quem por ele passa indiferente.

Mario Quintana

11 de set de 2012

Suprimir



Nessa insistência diária,
Sufocando os desejos de tua alma,
Tentas amordaçar-me e calar-me,

Não pronuncia, nem digita meu nome
Ele te causa tanto espanto!
Que chega a induzir-te ao pranto.

Meu nome que escondes,
Ecoa nas batidas indesejadas
Do teu existir.

Nada de esquecer-me,
Sou quase teu despertar,
O que queres esconder,
Te obrigas a chamar.

Embora queiras suprimir,
Outras vozes me querem gritar
Há um lugar no qual ele vai sempre estar:
Nas estrelas, com Deus a me anunciar.

Magna Vanuza Araújo
|Direitos Reservados|

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